Supremo espanhol abre porta para o regresso de Carles Puigdemont a Espanha
A decisão permite ao antigo presidente catalão regressar a Espanha sem ser detido por este mandado, mas ainda não equivale à aplicação da amnistia.
A decisão permite ao antigo presidente catalão regressar a Espanha sem ser detido por este mandado, mas ainda não equivale à aplicação da amnistia.
Dois elementos dos Mossos d'Esquadra foram detidos na quinta-feira por suspeita de terem ajudado o líder separatista a abandonar o centro de Barcelona sem ser detido.
Membro do Parlamento Europeu estava em fuga desde o outono de 2017.
Carles Puigdemont esteve à frente do Governo da Catalunha quando se avançou com o processo de independência, em 2017.
Supremo Tribunal espanhol decide retirar mandado europeu de detenção contra ex-líder catalão e outros cinco fugitivos.
Ex-presidente do Governo catalão não poderá regressar durante 20 anos a Espanha.
Puigdemont, Junqueras e outros quatro dirigentes independentistas ficam impedidos de ocupar o seu lugar no Parlamento Regional.
Puigdemont, Junqueras e outros quatro dirigentes independentistas ficam impedidos de ocupar o seu lugar no Parlamento Regional.
Puigdemont, Junqueras e outros quatro dirigentes independentistas ficam impedidos de ocupar o seu lugar no Parlamento Regional.
Puigdemont, Junqueras e outros quatro dirigentes independentistas ficam impedidos de ocupar o seu lugar no Parlamento Regional.
Parlamento catalão aprova processo por boicote a Sànchez.
O candidato à presidência do Governo regional catalão, agora detido, tinha pedido autorização para ser investido presencialmente.
O presidente do parlamento catalão marcou para a próxima sexta-feira o debate de investidura do ex-líder da ANC, Jordi Sànchez, que permanece preventivamente detido pelas autoridades espanholas. Torrent pediu ao juiz Llarena que liberte Sànchez para que este possa comparecer à sessão.
Líder catalão pediu a libertação dos presos políticos e apelou a Espanha para negociar.
O ex-líder da Catalunha já tem ordem para sair da prisão, uma vez que já fez o pagamento da fiança de 75 mil euros fixada ontem pelo tribunal.
O ex-conselheiro catalão, em prisão preventiva, enviou uma carta do presidente do Parlamento, Roger Torrent, em que anuncia a renúncia.