Sábado – Pense por si

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Cuidados Intensivos: A preto e branco

O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.

Cuidados intensivos: Memorando de desentendimentos

Cuidados intensivos: Memorando de desentendimentos

E é esta mesma Europa, tão fecunda nas suas lamúrias, que deplora o afastamento anunciado dos Estados Unidos em matérias de defesa! Quando leio notícias destas, não é o afastamento dos americanos que me espanta; é o facto de, apesar de tudo, eles ainda por cá andarem.

Cuidados Intensivos 17_07_26_mixagem.mp3

Cuidados Intensivos: Aberrações de circo

Quando Trump pediu clemência para Balogun antes do jogo com a Bélgica, limitou-se a repetir uma prática antiga. Mas enquanto os seus antecessores manobravam na sombra, Trump exibiu o abuso às claras

Cuidados intensivos: A guerra continua

Cuidados intensivos: A guerra continua

Os avisos americanos são sérios e devem ser levados a sério. Para que a Europa não acorde amanhã como acordou naquela madrugada de 2022: pasmada e perdida.

Susana Lúcio

Seguros para sismos e CoolJazz

A tragédia na Venezuela faz pensar no nível de preparação em Portugal, onde se registaram sismos recentemente

Cuidados Intensivos

Cuidados Intensivos: Ilusões perdidas

Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.

Cuidados Intensivos 19_06_26_mixagem.mp3

Cuidados Intensivos: Manicómios

Nada disto durará se Ronaldo, no Mundial, regressar aos golos. Aqueles que o crucificaram com fúria serão os mesmos a erguer-lhe um altar.

Cuidados Intensivos 12_06_25_mixagem.mp3

Cuidados Intensivos: A descivilização ocidental

Em França, a destruição sazonal já faz parte do calendário. E, como lembrava o nosso Eça, de França tudo nos chega pelo paquete – como, aliás, tem chegado: dos cocktails Molotov nas marchas contra o aborto aos pirómanos de rosto coberto junto à escadaria do Parlamento, vai crescendo por cá um certo gosto por estes passatempos, usualmente com o carimbo da extrema-esquerda.

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