Nobel da Medicina tem 'toque' português: há 20 anos investigadora comprovou técnica em moscas
O prémio deste ano distinguiu a optogenética. Susana Lima trabalhava no laboratório onde foi a técnica foi comprovada pela primeira vez.
O prémio deste ano distinguiu a optogenética. Susana Lima trabalhava no laboratório onde foi a técnica foi comprovada pela primeira vez.
Um dos galardões mais aguardados do ano.
Karl Deisseroth, um dos três cientistas distinguidos com o Prémio Nobel da Medicina, disse, esta segunda-feira, estar “muito surpreendido” e “muito honrado” com o reconhecimento. O investigador norte-americano partilhou o prémio com Peter Hegemann e Georg Nagel pelo trabalho que levou ao desenvolvimento da optogenética.
Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel receberam, esta segunda-feira, o Prémio Nobel da Fisiologia e Medicina pelo desenvolvimento da optogenética, uma técnica que permite controlar células nervosas com luz. A descoberta abriu novas possibilidades para estudar o funcionamento do cérebro e as doenças neurológicas.
Consiste num método que permite demonstrar como as células nervosas moldam as memórias, as emoções e os comportamentos no cérebro.
Prémio foi atribuído "pelas suas descobertas relativas aos canais iônicos ativados pela luz à optogenética".