Pedro Amaral Jorge deixa liderança da APREN ao fim de sete anos
Associação Portuguesa de Energias Renováveis não adianta razões da saída de Pedro Amaral Jorge, que assumiu a presidência em março de 2019.
Associação Portuguesa de Energias Renováveis não adianta razões da saída de Pedro Amaral Jorge, que assumiu a presidência em março de 2019.
O presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis, António Sá da Costa, defende que a culpa das elevadas faturas da eletricidade não só não é das empresas do setor, e sim "uma opção política", como, feitas contas, se a quantia recolhida pelo Estado entre as energéticas tivesse sido usada para abater a dívida tarifária, esta estaria hoje reduzida a menos de metade.
Em reacção ao aumento de 20% do preço da luz, investigado por Portugal e Espanha, o presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) defende que a produção "representa menos de um quarto da factura".
Portugal supera largamente os objectivos definidos pela União europeia, ao produzir 61% da energia do primeiro semestre a partir de fontes renováveis.
Aposta nas renováveis é uma realidade. O planeta agradece.
Opinião, António Sá da Costa, presidente da direcção da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN)
Feito é "inédito" e considerado um marco histórico, segundo a Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
Durante três dias seguidos, o consumo de electricidade em Portugal Continental foi alimentado por recursos renováveis, de acordo com a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN).
País tem boa penetração de produção renovável no seu sistema eléctrico. Falha nos transportes e no cumprimento de metas.
Maior percentagem de electricidade de origem renovável e investimentos em painéis fotovoltaicos e painéis solares térmicos demonstram a política empresarial nesta matéria. Consumidores privados também estão mais sensíveis. Falta fazer mais.
Associação participa em questões de política energética e é ouvida em consultas públicas sobre legislação e planos na sua área de actividade.
Governos têm estado atentos ao sector eléctrico, investindo e legislando. Mas está longe de ser um projecto perfeito.
O Governo publicou um despacho em Agosto que torna mais difícil o licenciamento da renovação das centrais eólicas, mas a empresa liderada por João Manso Neto diz que não tem "impacto material".
Um estudo da Associação de Energias Renováveis (APREN) aponta que a produção de renováveis gerou poupanças entre 2010 e 2016 para o sistema eléctrico nacional.
O presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), António Sá da Costa, defendeu hoje na Cimeira do Clima (COP21) em Paris que em 2030 "de certeza" que não haverá centrais eléctricas a carvão em Portugal.
A Associação Portuguesa de Energias Renováveis acolheu positivamente a solução do Governo para o corte de custos das eólicas, admitindo que o Governo demonstrou que Portugal é um Estado de Direito , e que existe estabilidade regulatória .