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Crítica de música: Mark Lanegan Grunge como nunca

No último álbum, o ex-Screaming Trees dá novo fôlego ao som de Seattle. Será que ainda vai a tempo?

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Edição de 17 a 23 de março
Filipe Lamelas 07 de junho de 2017 às 10:00

É verdade que, em virtude de uma menor exposição comercial, Mark Lanegan é, a par de Eddie Vedder (Pearl Jam), um dos últimos sobreviventes de uma geração que mudou o panorama musical na década de 90. Também é curioso notar que Lanegan soube envelhecer bem e, em termos musicais, é actualmente um compositor mais profícuo do que na era dos Screaming Trees.

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