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Crítica de Cinema: Uma Nação, um rei

O filme é "um relato desinteressado e episódico da Revolução Francesa", escreve o crítico

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Edição de 26 de agosto a 1 de setembro
Tiago Santos 22 de março de 2019 às 14:12

O filme de Pierre Schoeller, um relato desinteressado e episódico da Revolução Francesa (1789-1799), recria eventos como a queda da Bastilha ou a execução de Luís XVI, mas é incapaz de lhes oferecer emoção e significado. Quando o monarca (anos antes de colocar o pescoço no cepo) assina a Declaração dos Direitos do Homem, há uma única lágrima que lhe corre pelo rosto, eUma Nação, Um Reianda sempre à procura de gestos semelhantes, tão marcados que a sua leitura é imediata - seja através de canções ao estilo deOs Miseráveisou na utilização de atores conhecidos para personagens icónicas: Denis Lavant é Marat, Louis Garrel é Robespierre. "A liberdade tem uma história", diz a frase no poster do filme, mas há professores de liceu que a contariam com maior entusiasmo.

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