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Crítica de cinema: Uma História Americana

A estreia de Ewan McGregor como realizador está nas salas portuguesas

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Edição de 26 de maio a 1 de junho
Tiago Santos 21 de novembro de 2016 às 11:00

É a opinião deste crítico que agora vos escreve que Philip Roth é um dos mais brilhantes escritores contemporâneos. É uma convicção inabalável e sustentada no conhecimento de muitos dos seus romances. E é por isso mesmo, porque foram muitos os dias passados no universo do escritor americano que agora (infelizmente) se retirou, que também não tenho problemas em afirmar que, se a ideia é sanitizar e esterilizar as obsessões sexuais de Roth e as reflexões sobre o que é ser um judeu na América, então é preferível que o cinema deixe as suas histórias continuarem apenas na página e na imaginação dos leitores.

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