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Crítica de cinema: Churchill

Como documento biográfico, Churchill tem erros imperdoáveis, mas mesmo como filme fica aquém do exegível. Tiago R. Santos atribui-lhe duas estrelas e explica porquê

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Edição de 12 a 18 de fevereiro
Tiago Santos 30 de junho de 2017 às 12:00

A vida não tem estrutura narrativa. É uma evidência sempre que um argumentista é confrontado com a tarefa de escrever um filme sobre uma figura ou um evento histórico. E é também essa uma das funções do cinema: reorganizar as peças e encontrar uma lógica num mundo absurdo. Tudo isto para dizer que nada tenho contra filmes que, mesmo inspirados em casos verídicos, não prescindem da liberdade criativa de inventar situações ou diálogos que ajudem a definir o objecto do retrato. Outra coisa, no entanto, é o que se passa emChurchill.

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