Sábado – Pense por si

Crítica de cinema: A Cidade Perdida de Z

O novo filme de James Gray é, afinal, "uma busca pela transcendência". Tiago R. Santos explica porque é que "já não existem muitos cineastas americanos" como ele

Já não se fazem filmes comoA Cidade Perdida de Z, até porque já não existem muitos cineastas americanos como James Gray. Há uma nostalgia inerente à obra do realizador, uma memória do tempo perdido, como se andasse a filmar entre o Scorsese, Coppola e o Friedkin dos anos 70.

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