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Crítica de cinema: A Agente Vermelha

"É violento e sexual e afasta-se do (por vezes irritante) pudor dos filmes de estúdio americanos, tornando-se um objecto invulga", escreve o crítico Tiago R. Santos

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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 05 de março de 2018 às 07:00

TalvezA Agente Vermelhase leve demasiado a sério, em particular considerando que o filme não é mais do que uma fantasiapulpao estilo deLa Femme Nikita(1990). Dominika, uma ex-bailarina russa, é recrutada para os serviços secretos russos pelo tio (que se chama Vanya, o que não deixa de ter piada) e terá de seduzir um agente da CIA para descobrir quem é que anda a revelar segredos de Estado.

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