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Crítica cinema: The Boss Baby

Há uma certa e apreciável anarquia criativa e visual no filme de Tom McGrath

Capa da Sábado Edição 17 a 23 de março
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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 19 de abril de 2017 às 19:00

Não é justo para a distribuidora portuguesa nem para o apreciável trabalho de voz de Fernando Luís, mas a verdade é queThe Boss Babyperde muito na tradução. Porque é impossível não perceber que o projecto foi pensando desde a sua origem para Alec Baldwin, para o tom seco e o sentido de timing para a comédia que foi apurando durante os seus anos no hilariante 30Rock. Um bebé empresarial que sai da fábrica para tentar impedir que o planeta comece a amar mais os cachorrinhos do que as criancinhas é uma bela ideia e há uma certa e apreciável anarquia criativa e visual no filme de Tom McGrath.

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