Ponta Delgada começa nas Portas da Cidade. Três arcos de
basalto negro mesmo à beira do porto. Entra-se pelo arco central, que é mais
largo, e do outro lado está a malha urbana antiga: ruas estreitas, fachadas
brancas com molduras pretas, igrejas de pedra escura. A Torre Sineira, a Igreja
Matriz de São Sebastião, assim como a Igreja de São Pedro merecem uma visita.
Ainda para quem aprecia roteiros religiosos, recomenda-se o Convento da Nossa
Senhora da Esperança.
Em cidade de cultura, museus não faltam. Arriscamos a
sugerir uma visita ao Museu Carlos Machado, um dos mais reputados de todo o
arquipélago. Mas há mais, como o Museu Militar dos Açores.
Numa ilha verde, não podiam faltar jardins sendo de destacar
o António Borges, considerado o verdadeiro pulmão verde do centro da cidade. O Jardim
de Sant’Ana, o Jardim Antero de Quental, entre outros espaços verdes, convidam
a passeios tranquilos.
Património Mundial da UNESCO
Em Angra do Heroísmo, que já foi capital de Portugal, ainda
se nota que a cidade já teve essa escala. A Praça Velha destaca-se, com a
câmara municipal e gente que passa a caminho do trabalho. A Rua da Sé vai ter à
catedral e tem palácios com varandas de pedra e brasões gravados nas fachadas. Angra
é também Património Mundial da UNESCO desde 1983, um reconhecimento que se
percebe na forma como preserva o traçado urbano, as fortificações e a relação
direta com o mar.
A Sé de Angra, a Igreja da Misericórdia, o Convento e Igreja
de São Francisco ou o Convento e Igreja de São Gonçalo, deixam boquiabertos
os visitantes. O mesmo acontece com o Monte Brasil, um monumento vulcânico de
rara beleza que fecha a baía pelo sul, dando-lhe uma forma de ferradura visível
do alto. É ocupado em grande parte pelo Forte de São João Baptista, um dos
maiores do país, construído para defender a ilha num ponto estratégico do
Atlântico. A conhecer!
A Sé de Angra, a Igreja da Misericórdia, o Convento e Igreja de São Francisco ou o Convento e Igreja de São Gonçalo, deixam boquiabertos os visitantes.