Em Portugal, o mercado reconhece hoje a importância da
construção sustentável e espera que esta faça parte das decisões tanto em
projeto como em obra. O desafio passa agora por transformar essa expectativa em
soluções viáveis, eficientes e competitivas.
É precisamente esta transição que a Saint-Gobain coloca no
centro do Mês da Sustentabilidade, entre 25 de setembro e 25 de outubro, sob o
tema “Construir o próximo nível”. Ao longo da iniciativa, a empresa promove a
discussão sobre os desafios concretos da construção sustentável e sobre a forma
como diferentes soluções podem contribuir para edifícios mais eficientes,
duráveis e preparados para o futuro.
Alinhada com a estratégia global do grupo – Lead & Grow
2026-2030 – esta perspetiva reflete a evolução de uma lógica centrada em produtos
para uma abordagem integrada, baseada em soluções completas para a construção e
a reabilitação. Em Portugal, esta visão traduz-se numa oferta multissolução que
abrange diferentes áreas do projeto, nos segmentos residencial, não residencial
e de infraestruturas.
A lógica de sistemas é central nesta transformação: nas
fachadas, inclui sistemas ETICS – Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior –
e soluções de construção leve como o Enveo Integra, abrangendo ainda sistemas de
divisórias interiores, revestimentos e tetos, bem como sistemas para pavimentos
e soluções de vidro duplo. A oferta estende-se ainda a soluções especializadas
para a construção, com aplicação na reparação, proteção e reforço de betão,
impermeabilização técnica e construção de obras de arte de engenharia, como
túneis, pontes e viadutos.
O sistema de fachada leve Enveo Integra é um exemplo
concreto desta mudança, pois integra componentes das marcas Isover, Placo® e
Weber num sistema compatibilizado, o que permite reduzir em cerca de 40% o
tempo de execução em obra e até 70% a movimentação de paletes. Fica assim
comprovado como uma abordagem integrada pode responder simultaneamente a
desafios de sustentabilidade, produtividade e eficiência.
Esta visão aplica-se a todo o ciclo de vida dos edifícios e
das infraestruturas, onde é verificado que o impacto ambiental não depende apenas
dos materiais, mas também do desempenho, da eficiência energética, da
durabilidade, da logística e da capacidade de combinar sistemas de forma
coerente.
É essa transição da ambição à aplicação que o Mês da
Sustentabilidade procura colocar em debate para passar ao próximo nível da
construção sustentável: construir melhor, com menos impacto, maior eficiência e
soluções cada vez mais integradas.