Morreu Hessy Taft, eleita como a "bebé ariana perfeita" mas que era afinal judia
Tinha 91 anos, morava em Nova Iorque e em 1935 foi capa de uma revista nazi que celebrava a perfeição ariana.
Tinha 91 anos, morava em Nova Iorque e em 1935 foi capa de uma revista nazi que celebrava a perfeição ariana.
Uma comentadora televisiva, com queda para a comédia involuntária, achou por bem apresentar Jesus como palestiniano, apesar de a Palestina romana datar de 135 d.C., ou seja, depois da crucificação de Cristo e da brutal repressão das revoltas judaicas pelo imperador Adriano.
Henrik Lenkeit viveu 47 anos sem saber que era familiar do braço direito de Hitler, um dos homens mais cruéis da Alemanha nazi.
A ambição de identificar uma possível essência individual do mal fascinou naturalmente os psiquiatras que analisaram os detidos nazis de Nuremberga.
É um livro-símbolo do maligno. Um livro-ódio. O livro Mein Kampf (A Minha Luta), de Adolf Hitler. Foi publicado pela primeira vez há 100 anos, em 18 de julho de 1925.
Esta é a história da amizade entre Hans, filho de uma família judia, e Konradin, descendente de aristocratas ricos na Alemanha de 1932.
Veio-lhe, todavia, à memória que um seu colaborador, um dos oficiais das SS encarregue do recenseamento e expulsão dos moradores judeus de Berlim, Karl Maria Hettlage – jurista que faria carreira na Alemanha Federal –, lhe dissera: «Você é o amor não correspondido do Hitler».
Duas gerações de portugueses viveram sob um regime ditatorial, criado por Salazar, que marcou todos os aspetos da vida no País. A jornalista Fernanda Cachão leva-nos numa viagem ao tempo em que vivíamos com senhas de racionamento, Hitler era um amigo, a PIDE perseguia e os informadores denunciavam tudo.
Jornalista alemão, de 55 anos, é autor do bestseller Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich e regressa agora com um livro sobre a história do LSD.
Os sobrinhos-netos vivem perto de Nova Iorque sob anonimato. O seu pai fugiu para a América em 1939, depois de trabalhar para o Führer, e serviu na Marinha. O jornalista David Gardner reconstrói a sua História.
Janeiro arranca com uma mão-cheia de edições e reedições que prometem estimular, reacender ou fazer descobrir o gosto pela leitura, entre a prosa, a poesia, o ensaio e a não ficção.
Não há mortos maiores do que os outros, mas há um facto que não deve ser limpo, varrido, substituído. A Polónia, ou os polacos, ou alguns polacos, têm um problema sério com a memória.
Montenegro quer, e bem, libertar a escola de “amarras ideológicas”. Mas essas amarras não estão apenas nas teorias de género da disciplina em causa, estão na ambição de ter “engenheiros de almas humanas” a martelar qualquer sermão sancionado pelo Estado.
Não faltam propostas para este fim de semana, de uma festa "revolucionária" no Lux a um festival de fado, passando por uma festa de outono e (muito) teatro.
Um antigo professor de História que usou o lema das SS durante um discurso e que em tribunal afirmou desconhecer a origem da expressão está à frente nas sondagens das eleições estatais deste fim-de-semana.
Restos mortais de três adultos, uma criança e um bebé já foram examinados por investigadores forenses. Foram encontrados no “lugar mais protegido pelo Terceiro Reich”.