
Novo Banco: Comissão Europeia dá por concluído plano de reestruturação
Assim se "encerra uma etapa muito importante para a estabilização do sistema financeiro nacional", considera o Ministério das Finanças.
Assim se "encerra uma etapa muito importante para a estabilização do sistema financeiro nacional", considera o Ministério das Finanças.
António Ramalho despede-se do Novo Banco com sexto trimestre consecutivo de lucros e consegue o brilharete de duplicar o resultado de há um ano, atingindo o melhor resultado semestral da banca privada em Portugal.
A venda é consistente com o plano estratégico do Banco, executado de forma a cumprir com os compromissos definidos para 2021.
O banco constituiu 151 milhões em imparidades, num ano marcado pela crise gerada pela pandemia.
"Foi concedido ao BCP um ano adicional (01 de janeiro de 2023) para o cumprimento gradual do requisito futuro de reserva O-SII de 1,00%, conforme comunicado pelo Banco de Portugal no seu sítio da Internet em 8 de maio de 2020", lê-se no comunicado.
O Banco Central Europeu (BCE) vai permitir que os bancos não respondam a algumas das exigências mínimas de capital e operacionais, de maneira a que consigam continuar a apoiar a economia penalizada pelo Covid-19.
O banco agravou os prejuízos para 572 milhões de euros até Setembro. Assume que irá pedir nova injeção ao Fundo de Resolução, mas não revela para já qual será o valor. Governo prevê que sejam 600 milhões.
O banco liderado por António Ramalho já pediu 1.149 milhões de euros ao Fundo de Resolução para reforçar os rácios de capital.
O resultado trimestral configura um aumento de 85%, correspondente a 58 milhões de euros, face ao primeiro trimestre de 2018.
O presidente executivo do CaixaBank sublinhou o crescimento "muito positivo" do BPI, que contribuiu com 58 milhões de euros para o lucro do grupo espanhol no primeiro trimestre de 2019.
Os rácios de capital para cumprir a partir de 1 de julho de 2019 vão ser para o banco Montepio mais apertados. Mas como revela a instituição os rácios "encontram-se acima dos níveis prudenciais exigidos".
Depois da CGD e do BPI, foi agora a vez de o Santander Totta comunicar ao mercado os requisitos de capital exigidos pelo BCE para este ano, cumprindo o mínimo imposto pelo banco central.
De acordo com as exigências do banco central, é imposto ao BPI um rácio CET1, totalmente implementado, de 9,5%. No final do ano passado, a instituição financeira revelou que o rácio se fixou nos 13,2%.
De acordo com os requisitos mínimos impostos pelo BCE à CGD, o banco cumpre todos os rácios de capital "com uma significativa margem". Isto reforça a perspetiva de um retorno da Caixa ao pagamento de dividendos.
O Deutsche Bank conseguiu um saldo anual positivo pela primeira vez em quatro anos, mas a contínua diminuição das receitas não dá confiança aos investidores. O banco fica pelo terreno negativo nos mercados.
O grupo espanhol CaixaBank obteve lucros de 1.985 milhões de euros em 2018, um aumento de 17,8% em relação a 2017, com a filial portuguesa (BPI) a contribuir com 262 milhões de euros para estes resultados.