Gouveia e Melo elege "lentidão da justiça" e "problemas na segurança interna" entre desafios a vencer
Candidato às Presidenciais deixou uma mensagem nas redes sociais.
Candidato às Presidenciais deixou uma mensagem nas redes sociais.
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
Prometeu que será mais curta devido à proximidade das eleições presidenciais.
O candidato referiu que "este mecanismo é suspenso durante três meses para ser reavaliado", o que lhe parece "correto".
Marcelo Rebelo de Sousa considera que "é mesmo urgente promulgar e publicar o presente diploma para evitar vazios legais" e regista que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "não participou na deliberação, como tinha anunciado".
O partido apresentou no parlamento uma proposta anti-okupas e chamou para audição os antigos patrões de André Ventura numa consultora.
Primeiro-ministro vai descansar junto da família.
O almirante respondia às acusações de que não tinha nível, nem sentido de Estado para ser Presidente da República.
Na quinta-feira, o Governo Regional da Madeira pediu a Montenegro para que seja encontrada uma solução urgente para desbloquear a entrada de carga nos navios no porto de Leixões.
O primeiro-ministro defendeu que Portugal vive um momento de viragem em que tem de trocar a "mentalidade do deixa andar" pela da superação.
Luís Montenegro deixou ainda uma palavra especial "aos que se encontram sozinhos ou que vivem momentos de maior fragilidade".
Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.
O Presidente da República convocou o Conselho de Estado para 09 de janeiro para analisar a situação internacional e, em particular, na Ucrânia.
Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou a "contribuição do Parlamento para a estabilidade financeira interna e externa".
André Ventura apontou que, numa campanha eleitoral para as presidenciais existem apoios dos partidos, para quem os tem, mas também "donativos de pessoas individuais, até aos montantes que a lei prevê".
O parlamento aprovou, na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2026, uma proposta do PSD e CDS-PP para baixar o IVA aplicável à venda de carne de caça de 23% para 6%.