Festa do Livro em Belém com homenagem a Lobo Antunes e concerto dos GNR
Iniciativa reunirá quase 400 autores.
Iniciativa reunirá quase 400 autores.
A newsletter de sexta-feira
Ainda não está claro o que motivou 72 mil pessoas a nadarem até Ceuta numa questão de horas. No entanto, casos em que um grande número de imigrantes chegam às fronteiras da UE de uma só vez não são novidade. Martin Hofmann e Diogo Carapinha Alexandre ajudam a explicar o fenómeno.
Rastreador internacional demonstra que Portugal foi alvo de ataques depois do apagão ibérico. A Rússia lançou uma campanha onde defendia que as sanções europeias à Rússia eram responsáveis pelo apagão.
Diogo Alexandre Carapinha explica que “na Hungria as plataformas digitais são um campo de disputa”, o que torna o país mais permeáveis e interferências estrangeiras.
Grupos ligados ou Estado, ou apoiados por este, já atacaram estruturas energéticas dos países vizinhos, mas também lançaram ataques contra empresas do Ocidente. Os principais alvos são “os EUA e Israel”, mas Portugal “é também um alvo diário”.
Centenas de perfis falsos partilham vídeos falsos de jovens ucranianos a queixarem-se da “mobilização forçada" de forma a enfraquecer o apoio ao lado ucraniano
Diogo Alexandre Carapinha considera positiva a inclusão da cibersegurança na despesa da NATO, uma vez que "estamos cada vez mais suscetíveis a ataques", mas alerta que “Ou evolui para uma lógica de ciberdissuasão ou acaba por parecer um bocado irrelevante”.
Entre dezembro de 2024 e março de 2025 Portugal foi alvo de 1.550 publicações por cada milhão de habitantes.
Diogo Alexandre Carapinha, subcoordenador do VisionWare Threat Intelligence Center, explica à SÁBADO como os ciberataques se alteraram desde o início da invasão russa e como são agora centrais para o conflito.
Rússia, Irão e China são os principais "agentes estrangeiros influentes” com interesses em interferir nos resultados das eleições. Diogo Carapinha, subcoordenador do VisionWare Threat Intelligence Center, explica as diferenças entre as três campanhas.
A Polícia Judiciária esteve quase dois anos à espera que um grupo de empresários e pescadores fizesse um transporte de droga. Os suspeitos falharam várias ações e até tiveram de afundar um barco – foram salvos pela Força Aérea - para disfarçar uma ação mal feita que os colocou sob pressão de narcotraficantes espanhóis, colombianos, marroquinos e sérvios. No fim, o suspeito nº1 português não foi detido.
Antigo Presidente da República e figura de destaque no Golpe do 25 de Novembro de 1975 pediu aos idosos para ficarem em casa.