Keep Warranty entre as 50intech no Viva Technology
KW foi selecionada entre +de 400 startups de 55 países diferentes e está nas semi-finalistas no Viva Technology&50inTech2019 Female Founder
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O trabalho consiste em acompanhar o empresário em viagens por todo o mundo, pelo que é exigida disponibilidade máxima.
Os mercados bolsistas, cambiais e das matérias-primas estiveram hoje, na sua grande maioria, a negociar com poucas oscilações, à espera da decisão da Reserva Federal norte-americana sobre as taxas de juro, que se espera que subam.
O barril de petróleo continua a valorizar em Londres, apesar dos ganhos serem menores. Já os juros da dívida italiana estão a agravar-se depois de um dos parceiros da coligação ter ameaçado chumbar a proposta de Orçamento do Estado para 2019.
Esta quarta-feira, as atenções estarão viradas para Washington, onde o banco central dos EUA deverá anunciar o terceiro aumento deste ano nas taxas de juro.
As bolsas europeias encerraram em alta, fortemente impulsionadas pela valorização das cotadas da energia em dia de novas subidas dos preços do petróleo. Já o dólar segue a negociar em baixa face aos principais congéneres, pressionado pela guerra comercial EUA-China e pela expectativa de uma nova subida dos juros directores por parte da Reserva Federal norte-americana.
José Neves detém 14,8% da Farfetch, pelo que a sua posição está avaliada num máximo de 1,3 mil milhões de dólares. As acções já estiveram a subir mais de 50%.
As bolsas mundiais negoceiam com oscilações pouco expressivas, numa sessão morna na Europa e nos EUA. Mas nos outros mercados, os activos estão a mexer de forma mais acentuada. Os juros da dívida soberana de Itália seguem em alta com as pressões políticas no país em torno do novo orçamento, ao passo que o petróleo avança depois de uma nova queda das reservas desta matéria-prima nos EUA. Também o cobre segue em alta, animado pelo optimismo em torno do crescimento chinês.
As bolsas norte-americanas fecharam em terreno positivo, impulsionadas sobretudo pelo anúncio de que os EUA vão propor à China uma nova ronda de conversações comerciais. As tecnologias pesaram no Nasdaq, mas não ditaram a tendência geral.
As bolsas europeias estiveram a ser sustentadas pelo anúncio de que os EUA vão propor à China nova ronda de negociações comerciais. Além disso, o crude negociado em Londres superou o patamar dos 80 dólares, o que não acontecia desde Maio, impulsionando as cotadas do sector e debilitando o dólar, o que ajudou aos ganhos do ouro.
As elevadas temperaturas do Verão, a desvalorização cambial, mas também o aumento da pressão imposta pela concorrência online penalizaram os resultados da Inditex. Até Julho, as vendas cresceram ao ritmo mais lento em quatro anos.
Esta quarta-feira o IGCP procura levantar até mil milhões de euros, com a emissão de títulos a cinco e a dez anos. Trata-se do primeiro leilão de dívida de longo prazo em dois meses. Ainda por cá, destaque também para os dados da inflação em Agosto. Lá fora sobressairá a possível fusão entre o Deutsche Bank e o Commerzank, a apresentação dos novos produtos da Apple, o discurso do Estado da União em Bruxelas e a votação de uma acção pelo Parlamento Europeu contra a Hungria.
Banco central da Suécia mantém taxa de juro nos -0.5%; Eur/Usd recupera e testa canal descendente; Tempestades influenciaram futuros do petróleo; Ouro pressionado em baixa após publicação do relatório do emprego nos EUA.
As bolsas europeias estão em queda pela terceira sessão consecutiva, com o Stoxx600 a tocar mínimos de Abril. A iminência de novas tarifas dos EUA sobre a China e a crise dos emergentes continuam a penalizar os mercados.
O sentimento é positivo nas bolsas europeias, com a excepção de Espanha, Itália e Grécia. Os juros aliviam, mas o euro está a ser penalizado. O petróleo aguarda os números das reservas nos EUA. Já o ouro está a subir, mas caminha para mais um mês de quedas.
A entrevista de Trump à Reuters pressionou o dólar mas não diminuiu o optimismo dos investidores com as negociações entre Washington e Pequim sobre as tarifas comerciais, pelo que as bolsas mantiveram a tendência de ganhos.