Sábado – Pense por si

O bobo da democracia

Num choque de personalidades, quando as tripas comandam o voto, o combate será até ao fecho das urnas. A derrota de Trump e a eleição da primeira mulher POTUS produzirão, provavelmente, a surpresa de novembro.

Choque messiânico

A humilhação é tremenda para a teocracia instalada em Teerão, mas tal ainda não significou a submissão ou rendição pretendida por Netanyahu, apesar dos resultados esmagadores no campo de batalha.

Xeque-mate ao aiatola

Contrariamente ao que sucedeu em ataques anteriores ao longo os últimos meses não escutamos desde Teerão promessas e ameaças de contra-ataques ou retaliações diabólicas.

Acionar o futuro

No que toca a Portugal, estamos a ficar para trás. Submersos em emergências e agendas neocorporativas de curto prazo, sem instituições e lideranças à altura de aplicar novas metodologias de longo prazo que vão de encontro à raiz dos problemas.

O burro e a cenoura

As políticas identitárias e guerras culturais, no seio das democracias ocidentais, adicionaram o contexto intelectual favorável para a manipulação e interferência permanente e persistente de audiências, que compõe estados entendidos como inimigos, por potências revisionistas da ordem internacional.   

Kyiv apanha Moscovo a dormir na parada

Agora, Putin terá de decidir, sob pressão militar e política, qual a reação, a qual poderá ser decisiva. Até ao presente as decisões estratégicas russas tem-se revelado um fracasso. 

O poço da morte Israel-Irão

Após morte do "terrorista bom", o líder do Hamas Ismail Haniyeh, no coração de Teerão, o Irão aumentou de imediato o volume da habitual retórica execrada, repleta de promessas vagas de retaliação. 

El camino: GenAI FYSA

Mas por favor não fiquem tão entusiasmados quanto eu próprio, porque em Portugal cumpriu-se, como é hábito, a segunda parte da 1ª lei de Clarke: "quando um cientista destinto, mas ancião, afirma que algo é possível, ele está quase certo; quando afirma que algo é impossível, ele está provavelmente errado".

Danaides digitais

Talvez seja tempo de regressar ao jornalismo sem a urgência do último minuto. Exercer a vigilância democrática do quarto poder. Bater nos mais fortes, morder os corruptos.

O vídeo matou a estrela do jornalismo

Serão os comportamentos dos novos consumidores, a ditar o futuro do ecossistema de informação, logo, o tipo de sociedades demoliberais que iremos habitar. Está na altura de o jornalismo arriscar.

Sei onde dormiste ontem à noite

Israel decidiu efetuar um ataque de precisão contra um centro de comando da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão. Nele morreram os dois generais responsáveis pelo apoio ao HAMAS.

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