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Uma reflexão com a academia sobre o futuro da energia

Este ciclo de debates sobre a transição energética com universidades nas áreas da engenharia, economia e gestão, pretende constituir uma plataforma de partilha de conhecimento e experiências.

02 Junho 2022 10:42

A E-REDES, em parceria com o jornal de Negócios, vai realizar um ciclo de encontros com a academia, "o que vem na sequência de uma tradição antiga de relação com a academia. Consideramos fundamental, estimular a discussão sobre os temas mais relevantes do negócio, efetuar uma reflexão partilhada, aceder ao saber das universidades e procurar antecipar tendências e desafios", sublinha José Ferrari Careto, presidente da E-REDES.

O objetivo é intensificar essa relação, "numa altura em que a transição energética está na ordem do dia e em que as redes de distribuição são indispensáveis para que essa transição seja um sucesso. Por outro lado, a E-REDES possui um vasto acervo de informação sobre eletricidade, que pode ser útil para as universidades realizarem estudos, o que se pretende dinamizar, numa perspetiva de open data", refere José Ferrari Careto.

As visões e as respostas

Qual o papel das redes de distribuição na transformação do setor elétrico? Esta será uma das questões centrais, no âmbito do ciclo de conferências promovidas pela E-REDES, em parceria com o Jornal de Negócios. A primeira será realizada na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, no próximo dia 6 de junho.

"A digitalização e a edificação de uma rede elétrica progressivamente mais inteligente tem-se assumido como um dos pilares estratégicos para a resposta aos desafios e para a captura de benefícios da transição energética. Nesse contexto, os projetos que a E-REDES tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos têm tido, naturalmente, um grande foco na investigação e desenvolvimento em áreas relacionadas com a evolução do sistema de distribuição de energia elétrica, quase sempre tomando como base as novas possibilidades criadas pelo aparecimento e massificação das redes inteligentes e respetivas ramificações", garantiu o presidente da E-REDES.

De acordo com José Ferrari Careto, "o sistema científico e tecnológico tem um contributo direto em muita da inovação e desenvolvimento tecnológico da E-REDES, em que se aceleraram muitas das tendências de mudança do setor elétrico e em particular da distribuição de energia elétrica".

Só nos últimos anos, têm-se multiplicado o número de iniciativas provenientes da colaboração com as entidades sistema científico e tecnológico. "Por exemplo, ao nível do desenvolvimento de novas ferramentas de planeamento de rede, adaptadas às mudanças impostas pela introdução de recursos energéticos distribuídos como geração renovável ou sistemas de carregamento de veículos elétricos, ou no desenvolvimento de novas ferramentas e tecnologias de IoT (internet das coisas) e de analítica avançada, que permitem gerir os ativos técnicos das redes de distribuição de uma forma mais eficiente e numa perspetiva de risco controlado", explicou o responsável. José Ferrari Careto acrescentou ainda que houve ainda iniciativas que permitiram o aparecimento de novos meios de inspeção às redes de distribuição, utilizando imagens de satélite, drones ou câmaras termográficas para melhorar a inspeção das linhas aéreas ou métodos de supervisão avançada de transformadores de potência, que possibilitam a antecipação de falhas no seu funcionamento, numa perspetiva de manutenção preditiva.

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