Um Politécnico que atravessa gerações
Há cada vez mais diplomados a regressar ao Politécnico de Setúbal. Entre licenciaturas, mestrados e pós-graduações, os profissionais ali formados destacam a proximidade, a ligação ao mercado de trabalho e uma formação prática que faz a diferença.
Quando Maria Militão Marques saiu de Campo Maior rumo ao Politécnico de Setúbal (IPS), procurava mais do que um curso superior. Queria uma formação prática, ligada à realidade profissional e que lhe abrisse portas rapidamente no mercado de trabalho. Mais de uma década depois, garante que encontrou exatamente isso em Setúbal. A fisioterapeuta, licenciada em 2013 e atualmente a trabalhar no Hospital de Évora, nas áreas de pediatria, neonatologia e obstetrícia, recorda “uma experiência muito positiva de um curso prático, focado no desenvolvimento profissional e na empregabilidade”.
Para Maria, na verdade, a experiência no IPS superou as expectativas. “Tínhamos estágios logo desde o primeiro ano. Tivemos contacto com a realidade muito cedo e isso fez toda a diferença”, recorda. Mas houve outro aspeto que marcou a campo-maiorense: “O curso focava-se também muito na parte humana. Faziam-nos refletir sobre como sermos bons profissionais sem perder valores essenciais.”
Maria e Miguel
A história de Maria não é caso único. No IPS, muitos diplomados mantêm uma relação próxima com a instituição e acabam por recomendá-la a familiares e amigos. Foi isso que aconteceu com Miguel Lopes Marques. Miguel escolheu Fisioterapia depois de ouvir o testemunho positivo da prima Maria. “Falou-me muito bem da escola, dos professores e do curso. Acabei por confiar nesse feedback”, explica.
Depois da licenciatura, Miguel Marques regressou ao IPS para fazer o mestrado em Fisioterapia em Condições Músculo-Esqueléticas. “Continuar na mesma escola facilitou muito o processo. Já conhecia os professores, o ambiente e a qualidade do ensino”, relembra. Hoje trabalha numa clínica privada na zona de Carnaxide e não tem dúvidas sobre o impacto da formação no percurso profissional. “Era um curso muito bem estruturado, alinhado com as boas práticas da profissão e com um corpo docente muito qualificado na teoria, na prática clínica e na investigação”, assegura.
Maria e Miguel e Filipe
No caso de Filipe Militão, a recomendação familiar também foi decisiva. As primas já tinham estudado em Setúbal e convenceram-no a conhecer a instituição. O curso de Gestão da Distribuição e da Logística acabou por despertar o interesse. “Na altura, nem conhecia bem a área, mas falaram-me da empregabilidade do curso e comecei a interessar-me”, conta.
Filipe mudou-se para Setúbal para estudar e guarda uma memória positiva da experiência. “A cidade é ótima para estudar, tem bom ambiente, praias, bom tempo e pessoas muito acessíveis”, diz. “Os professores eram atenciosos e até tive oportunidade de trabalhar mais tarde com alguns docentes e colegas”, informa.
Hoje trabalha numa fábrica do setor automóvel e acredita que a escolha do IPS foi decisiva. “Se tivesse de voltar atrás, tomava novamente a mesma decisão. Foi uma excelente escolha para quem quer um curso completo e bem estruturado”, afiança.
Para o IPS, estas relações de confiança construídas ao longo de várias gerações são uma marca de sucesso, que tem levado a instituição a reforçar o seu prestígio no ensino superior em Portugal. Com formação nas áreas da Saúde, Ciências Sociais, Educação, Desporto, Ciências Empresariais, Engenharia e Tecnologia, o IPS aposta num ensino próximo, prático e alinhado com os desafios reais do mercado de trabalho.
IPS em números
29 licenciaturas
27 mestrados
10 pós-graduações
36 cursos técnicos superiores profissionais