Sábado – Pense por si

Entregues a um irresponsável

Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.

Na revolução  de 1979, liderada por Khomeini,  a embaixada  foi assaltada e  52 americanos  tomados  como reféns
João Carlos Barradas

Irão-EUA: uma relação explosiva

Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra

João Carlos Barradas

A ascensão e queda dos Al-Assad na Síria

Herdeiro do poder conquistado pelo pai, Hafez al-Assad, em 1970, Bashar não conseguiu sobreviver a uma guerra civil que se prolongava desde 2011. Fugido do país, será para a minoria alauita, a que pertence, que os rebeldes sírios se vão voltar.

João Carlos Barradas

Hutis, os novos piratas do mar

Como um grupo de insurgentes ameaça afetar o comércio mundial à força de mísseis balísticos e abordagens a navios comerciais e como obrigou os EUA a reagir.

João Carlos Barradas

O retorno de Assad, impune e triunfal

Anfetaminas, exaustão militar e a reorientação estratégica dos Emiratos Árabes Unidos e da Arábia Saudita, em busca de um compromisso de segurança com o Irão, abriram caminho à reintegração política na Liga Árabe.

João Carlos Barradas

Turquia. O homem que abomina sultões

A imagem e o tom afável de Kilicdaroglu levaram a que lhe chamem o “Gandhi turco”. Mas o confronto eleitoral de dia 14 será duro. A campanha mete cebolas e religião.

Geopolítica @plicada

A guerra dos 40 anos no Médio Oriente

O ano 2021 ficará marcado por uma autorresponsabilização das principais potências do Médio Oriente, algo que todos as elites políticas regionais intuitivamente desejavam retardar. Porque apesar da repulsa que todas nutrem em relação ao Ocidente, era sempre mais fácil quando se encontravam os EUA, mesmo à mão de semear, para culpar pelos falhanços e caos na região.  

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