Sábado – Pense por si

Gustavo Santos faz o balanço da associação que fundou há um ano e dois meses
Raquel Lito

Gustavo Santos: "O hantavírus é mais uma peça de teatro encenada pela elite"

Perante uma posição tão crítica em relação aos médicos, perguntámos-lhe como acha que seria recebido nas urgências. A resposta não tardou: "À pressa". Diz ainda que pretende fazer uma longa pausa na escrita de livros para se dedicar por inteiro à associação, que tem cerca de 20 associados. Garante que o crescimento numérico da mesma é secundário e explica por que razão se opõe à quimioterapia.

Isabella Rossellini
Lusa

Festival de cinema de Locarno atribui prémio honorário a Isabella Rossellini

Nascida em 1952 em Roma, filha da atriz sueca Ingrid Bergman e do realizador italiano Roberto Rossellini, foi modelo e jornalista antes de enveredar em pleno no cinema, meio no qual se destacou em obras como “Veludo Azul”, de David Lynch, “A Morte Fica-vos Tão Bem”, de Robert Zemeckis, ou “Sem Medo de Viver”, de Peter Weir.

Por nossas mãos

Mais vale prevenir que remediar

Depois de um outono e inverno especialmente chuvoso, estamos a ter, segundo o IPMA, uma das primaveras mais secas de que há registo. Com isso, a carga combustível cresceu e agora secou, aumentando significativamente o risco de incêndio. Na região Centro, tão tipicamente afetada pelos incêndios, há árvores no chão e caminhos florestais impedidos.

Ventos de Oeste

Por que razão deveríamos ter comemorado condignamente o "V Day"?

E nunca como hoje, porque a capacidade de destruição se tornou tão devastadora e porque é tão intenso e generalizado o desprezo pelos valores fundamentais da liberdade, da igualdade, da fraternidade e da soberania do Direito sobre a barbárie, se tornou tão necessário demonstrar que, em termos práticos, a vitória sobre essas forças tenebrosas é possível e está ao nosso alcance.

Por nossas mãos

Regionalizar para quê?

É preciso dar confiança aos cidadãos de que a criação das regiões administrativas não serve para criar mais lugares para os políticos, mas para verdadeiramente melhorar as suas vidas, através de políticas públicas mais eficientes e que respondam mais rapidamente às necessidades que sentem em cada local. Há 10 anos, ninguém acreditava que uma tão vasta descentralização de competências para os municípios poderia funcionar.

Ver-se Grego

Poucos temas têm sido tão maltratados por este jogo de espelhos como a questão da identidade de género.

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