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Gustavo Santos: "O hantavírus é mais uma peça de teatro encenada pela elite"

Perante uma posição tão crítica em relação aos médicos, perguntámos-lhe como acha que seria recebido nas urgências. A resposta não tardou: "À pressa". Diz ainda que pretende fazer uma longa pausa na escrita de livros para se dedicar por inteiro à associação, que tem cerca de 20 associados. Garante que o crescimento numérico da mesma é secundário e explica por que razão se opõe à quimioterapia.

Em pouco mais de duas horas, Gustavo Santos, de 49 anos, respondeu às questões enviadas por e-mail pela SÁBADO. Fê-lo na sequência da de 24 de maio, no auditório dos Bombeiros Voluntários de Sintra, onde o movimento Acorda e as críticas à medicina convencional serviram de fio condutor à sessão. Numa conversa telefónica prévia, a 28 de maio, informámo-lo de que tínhamos estado presentes no evento, aberto ao público e sem inscrição. Mostrou-se desde logo disponível para responder, por escrito, às 15 perguntas.

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