Saber comer não chega
Um novo estudo nacional revela que a literacia alimentar dos adultos em Portugal fica-se pelos 57,5%. O problema já não é a falta de informação, mas a dificuldade em transformá-la em escolhas concretas no dia a dia.
Um novo estudo nacional revela que a literacia alimentar dos adultos em Portugal fica-se pelos 57,5%. O problema já não é a falta de informação, mas a dificuldade em transformá-la em escolhas concretas no dia a dia.
Depois de mais de uma década de nomeações sem vitória, o realizador venceu finalmente os Óscares com "Batalha Atrás de Batalha": Melhor Filme, Realização, Argumento e Montagem.
Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.
Com canções originais de A Garota Não, a primeira encenação de Victor Hugo Pontes enquanto diretor artístico do Teatro Nacional portuense estreia-se esta quinta, dia 12. Que "Pina Colagem" é esta?
Quando o desequilíbrio aparece nas contas públicas, surge então a inevitável expectativa de que o Estado central venha resolver o problema.
Precisamos da regionalização, mas não temos como fazê-la. Um mergulho no paradoxo português.
Tal como os macacos, também rejeitamos sem razão. Afastamo-nos do que sentimos como diferente numa reacção primária, movida pelo medo de não pertencer, de não ser reconhecido, de ser excluído sem explicação.
O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações
A abstenção atual não nasce da ignorância e indecisão, mas da desilusão e elevada exigência diária, incluindo a leitura e reflexão. A abstenção não corrige o sistema, torna-o mais pobre. Menor participação fragiliza a legitimidade democrática e amplifica, pelo fenómeno da dispersão de votos, os extremos, amiúde fortemente organizados e hierarquizados.
Estes movimentos, que enchem a boca com “direitos dos trabalhadores” e “luta contra a exploração”, nunca se lembram de mencionar que, nos regimes que idolatram, como Cuba e a Venezuela, fazer greve é tão permitido como fazer uma piada com o ditador de serviço.
Ao contrastarmos o modelo português com os gigantes da inteligência europeia emerge uma assimetria profunda.
Que tipo de sociedade estamos a construir quando recorremos aos tribunais para tentar proibir a apanhada?
Fique com cinco recomendações de tintos que gritam calor quando o clima diz o contrário.
No papel, é uma solução que visa “estabilidade”. Na realidade, é um pacto cheio de contradições, construído em cima de oito anos de antagonismo feroz.
Putin e Trump trocam argumentos, testes e retórica. A China prepara-se para ficar ao nível dos EUA e da Federação Russa. E há novos atores à espreita no tabuleiro instável de uma nova guerra fria.
É difícil explicar porque é que um parricídio ou um matricídio nos causa tanto horror. Entre várias coisas é porque, em princípio, é também um crime contra os nossos primeiros cuidadores.