Começar de novo. Ainda os cem anos do 28 de maio de 1926
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
Trump ficará marcado pelo que escreveu nas horas anteriores ao cessar-fogo de duas semanas. Ter ameaçado a destruição completa "de uma civilização" não é episódio que se apague só porque não foi concretizado. Este mandato presidencial entrará para os livros da História. Pelas piores razões.
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo
Israel é um país democrático. No reino do Aiatolá, a garantia resume-se à execução. Ides para lá de barquinho e depois digam como é o além.
Colocar António José Seguro na esquerda que sonha com a revolução socialista e não com o reformismo é um delírio
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Ser liberal é viver e deixar viver. É também não sucumbir ao ressentimento social: as páginas em que Cotrim de Figueiredo confessa essa tentação quando olhava para os colegas mais abonados do Colégio Alemão são de uma honestidade tocante.
Três candidatos de direita na corrida presidencial assumem-se como "pinochetistas".
O espaço das ideias está a reduzir-se. Somos cada vez menos donos do que pensamos.
João Paulo II contribuiu para o fim do comunismo, Bento XVI investigou abusos sexuais e corrupção no Vaticano e Francisco abriu a Igreja a todos.
Do combate político com furgões de polícia armada a churrascos de porco no espeto, dos maoistas e monárquicos até à pequena multiplicação de liberais. Há de quase tudo.
Oliveira, que editou com a Antígona obras de pendor progressista e anti-capitalista por quase meio século, tinha 85 anos.
Os alemães vão às urnas dia 23 em clima de instabilidade: ataques nas ruas aumentam o discurso anti-imigração e dificultam acordos.
Com tudo o que está a acontecer, quem está a ficar sem salvação são os defensores dos direitos humanos, da Democracia e do Estado de Direito.
Não verto uma lágrima por Assad. (...) Mas os festejos devem ser modestos, rápidos e temerosos. Há uma nova guerra civil pronta a começar.