Santana Lopes para Montenegro: "Não te preocupes, não está nas minhas intenções candidatar-me"
Presidente da Câmara da Figueira da Foz regressou ao PSD como militante.
Presidente da Câmara da Figueira da Foz regressou ao PSD como militante.
Presidente da Câmara da Figueira da Foz desfiliou-se em 2018 para fundar o partido Aliança.
No discurso que proferiu no Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro.
Luís Montenegro anunciou os principais nomes para os órgãos nacionais perante o 43.º Congresso do PSD, que se reúne até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).
Sobreo diretor nacional da PSP, que se manifestou solidário com o agente condenado, Jorge Pinto considerou que "quando alguém age mal", o normal será que "o diretor nacional se coloque ao lado da vítima, se coloque ao lado da justiça".
Segundo anunciou este sábado Luís Montenegro.
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
Ministro classificou Luís Montenegro como "um homem íntegro, um homem de fibra".
"O que vimos ontem [sexta-feira] foi triste e destaco que o único grande partido ao centro é o PSD, todos os outros estão à esquerda e inclusive o Chega que se juntou a toda a esquerda e à extrema-esquerda contra o país avançar", frisou o autarca de Lisboa
Responsável pela pasta da Saúde explica, no Congresso do PSD, que "governar não implica ser popular, implica ser responsável".
Fernando Alexandre comparou a atual governação à de Cavaco Silva.
José Manuel Fernandes fala em "empatas" e partidos interesseiros "em quem não se pode confiar".
"Para a extrema-direita somos socialistas, para os socialistas somos de extrema-direita, é sempre a mesma coisa", disse.
Para José Luís Carneiro, o país assistiu a uma tentativa de entendimento formal à direita que acabou por falhar no momento da votação parlamentar da revisão laboral.
Um dia depois do chumbo do pacote laboral, o primeiro-ministro garantiu que o Governo vai continuar a insistir "no reformismo".
O primeiro-ministro descreveu o seu executivo como sendo “reformista, personalista, humanista e interclassista”.