Pelo menos 18 mortos em ataques israelitas no sul do Líbano
Estes ataques ocorreram apesar do memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão, que estabelece a cessação das hostilidades também no país mediterrânico.
Estes ataques ocorreram apesar do memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão, que estabelece a cessação das hostilidades também no país mediterrânico.
O acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão será assinado na Suíça na sexta-feiro. Seguem-se mais sessenta dias de negociações para o memorando final.
Israel anunciou hoje que realizou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do grupo armado pró-Irão Hezbollah.
O cessar-fogo tinha sido acordado após ataques israelitas terem matado pelo menos nove pessoas e do Hezbollah ter lançado mísseis contra o norte de Israel.
Pelo menos nove pessoas morreram, este sábado, na sequência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor. As autoridades locais e o exército do Líbano acusam Israel de violar o acordo e de agravar a instabilidade na região.
Simultaneamente, houve relatos de bombardeamentos de artilharia contra a cidade de Deir Amas, também na região de Tiro.
Acordo visa "cessação completa" dos ataques por parte do Hezbollah e a criação de uma zona de segurança controlada pelas Forças Armadas Libanesas.
Apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.
O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou para já comentar o anúncio desta trégua.
O presidente francês, Emmanuel Macron, apelou, esta quinta-feira, ao fim dos ataques israelitas no sul do Líbano, afirmando que “não há justificação” para os bombardeamentos em curso. O discurso surge no contexto de uma visita oficial de Prabowo Subianto, presidente da Indonésia, a Paris.
O líder israelita fez o anúncio durante uma conferência na Cisjordânia ocupada.
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
O chefe da diplomcacia iraniana, Abbas Araghchi, disse na cimeira dos BRICS que os Emirados Árabes Unidos são um parceiro "activo na agressão" contra o Irão.
O Irão exige o fim imediato das hostilidades na região, incluindo no Líbano, onde os ataques israelitas e do Hezbollah pró-iraniano continuam apesar de mais um cessar-fogo.
Quase 2.900 pessoas morreram no país desde o início da guerra, em 02 de março, entre o Hezbollah, pró-Irão, e Israel.
Além disso, os 50 estados dos EUA acrescentam o seu próprio imposto, muito variável. Em média, equivale a 29 cêntimos por galão de gasolina.