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Protestos têm-se repetido ao longo das últimas duas semanas um pouco por todo o país e, entre outros aspetos, aponta à equiparação do suplemento de missão que foi atribuído à Polícia Judiciária, que, em alguns casos, pode chegar a cerca de 700 euros por mês.
Centenas de elementos das forças de segurança concentraram-se este domingo diante do Palácio de Belém, em mais uma ação de reivindicação por melhores condições salariais e de trabalho, num protesto silencioso apenas intercalado pelo hino no render da guarda.
PAULO NOVAIS/LUSA
A concentração arrancou na fábrica dos Pastéis de Belém, seguida de uma curta caminhada ao longo da rua de Belém, quase todos vestidos de preto e vários munidos de bandeiras portuguesas.
"A segurança de Portugal e dos portugueses depende de nós, todos os dias, por um vencimento justo, por uma carreira, pela segurança de Portugal", lia-se em algumas camisolas, representando a mensagem de protesto de PSP, GNR e corpo da guarda prisional.
Por entre muitos turistas que ficaram a assistir ao render da guarda junto ao palácio do Presidente da República, os elementos das forças de segurança permaneceram em silêncio, num protesto que se tem repetido ao longo das últimas duas semanas um pouco por todo o país e que, entre outros aspetos, aponta à equiparação do suplemento de missão que foi atribuído à Polícia Judiciária, que, em alguns casos, pode chegar a cerca de 700 euros por mês.
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