Estimativa é do próprio BE que apresentou ao Governo na segunda-feira um conjunto de nove propostas que quer ver inscritas no do Orçamento do Estado para 2022 para poder viabilizar o documento no Parlamento.
A proposta do Bloco de Esquerda para que se proceda ao recálculo das pensões de carreiras longas e de profissões de desgaste rápido, para que seja retirada a aplicação do fator de sustentabilidade,poderá ter um impacto orçamental anual de 200 milhões de euros,avança o Dinheiro Vivoesta quarta-feira.
Catarina Martins, Bloco de Esquerda
A estimativa é do próprio Bloco de Esquerda que apresentouao Governo na segunda-feira um conjunto de nove propostas que quer ver inscritas no Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) para poder viabilizar o documento no Parlamento, onde se inclui o recálculo das pensões de carreiras longas e de profissões de desgaste rápido.
O recalculo da pensão seria feito, segundo os bloquistas, mediante o pedido do pensionista e o "montante resultante do recálculo das pensões é aplicável às pensões pagas após 1 de janeiro de 2021", eliminando-se assim o fator de sustentabilidade, nas sucessivas flexibilizações do regime de reforma antecipada ocorridas desde 2017.
Em 2021, o fator de sustentabilidade representa um corte de 15,5% nas reformas antecipadas.
Fim do corte nas pensões proposta pelo Bloco de Esquerda custa 200 milhões
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.