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Navio-tanque atacado no Estreito de Ormuz por "projéteis desconhecidos"

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Incidente ocorreu na noite de domingo e para já não há feridos a registar. Autoridades estão a investigar o episódio.

Um navio-tanque terá sido atingido no domingo, 3 de maio, por "projéteis desconhecidos" no Estreito de Ormuz, ao largo da costa dos Emirados Árabes Unidos, informou esta segunda-feira a UKMTO. Segundo a agência britânica de segurança marítima, os tripulantes estão todos em segurança e não foi relatado nenhum impacto ambiental.

Lancha de patrulha dos Emirados Árabes Unidos aproxima-se de um navio-tanque ancorado perto do Estreito de Ormuz
Lancha de patrulha dos Emirados Árabes Unidos aproxima-se de um navio-tanque ancorado perto do Estreito de Ormuz Foto AP/Fatima Shbair

"A UKMTO recebeu informações sobre um incidente a 78 milhas náuticas (145 km) ao norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos", começou por anunciar a agência na rede social X. "Um navio-tanque reportou ter sido atingido por projéteis desconhecidos."

O incidente terá ocorrido pelas 20h40 de domingo (horário de Lisboa). Para já, desconhece-se a origem dos mísseis assim como a do navio. Segundo a UKMTO, as "autoridades estão a investigar" o caso.

Horas antes, pelas 12h30 de Lisboa, a UKMTO já havia informado que várias embarcações de pequeno porte tinham atacado um graneleiro que navegava ao largo da costa da cidade de Sirik, no Irão, e que tinha como destino o Estreito de Ormuz.

O Estreito de Ormuz - por onde passa um quinto do petróleo e gás natural do mundo - está praticamente bloqueado desde o início dos ataques israelitas e americanos contra o Irão, que se iniciaram a 28 de fevereiro. Inicialmente, este bloqueio foi imposto por Teerão, mas depois foi assumido por Washington.

No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que a Marinha americana iria começar a vindos de países terceiros, como parte do "Projeto Liberdade" - uma operação que envolverá mais de 100 aeronaves, navios e drones e na qual participarão 15 mil militares em operações de escolta. Ao mesmo tempo, afirmou que as negociações com o Irão estão a correr "muito bem" e que irá analisar o plano de paz enviado por Teerão.

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