Após um juiz federal ter imposto restrições ao projeto.
Um tribunal autorizou o reinício da construção do salão de baile que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer deixar como legado na Casa Branca, após um juiz federal ter imposto restrições ao projeto esta semana.
Casa Branca vai mesmo ter um salão de baileAP
O painel de três juízes suspendeu a ordem emitida na quinta-feira pelo magistrado Richard León, que impedia a construção do salão de baile, com custo estimado em 400 milhões de dólares (340 milhões de euros).
O juiz determinou, há um mês, que a obra deveria ser interrompida, exceto nos casos em que fosse “necessária para garantir a segurança” da Casa Branca e do Presidente. Esta semana, esclareceu que apenas construções subterrâneas, como bunkers, abrigos antibomba, instalações militares e centros médicos, se enquadravam nessa exceção.
O tribunal de recurso suspendeu agora a decisão para analisar o caso com maior detalhe e marcou a próxima audiência para 05 de junho.
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Novas imagens mostram avanços na construção de Salão de Baile na Casa Branca
Trump criticou na quinta-feira o juiz León, acusando-o de estar a “a ir além das suas competências” e de “gerar um enorme prejuízo” para os Estados Unidos.
A obra do salão de baile transformou-se num dos pilares do mandato do republicano, que insiste em sublinhar, sempre que pode, o legado que pretende deixar para o país e a importância desta construção.
O novo salão, concebido para receber entre 650 e mil convidados em jantares e eventos de Estado, começou com um orçamento de cerca de 200 milhões de dólares (cerca de 170 milhões de euros), mas os custos foram aumentando nas revisões do design até rondar os 400 milhões.
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