Presidente disse que "o bónus [da CEO] foi resultante de um acordo celebrado entre o Ministério das Infraestruturas e das Finanças".
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalistas esta terça-feira e respondeu a questões relacionadas com a lei da eutanásia, mas também sobre a polémica ligada ao bónus da TAP à CEO, Christine Ourmières-Widener.
Marcelo disse que "o bónus foi resultante de um acordo celebrado entre o Ministério das Infraestruturas e das Finanças".
"É muito importante para os portugueses que a TAP dê a volta, que passe a ganhar dinheiro em vez de perder", referiu ainda o chefe de Estado, que relembrou que "os portugueses quando escolheram maioria absoluta não escolheram por acaso".
Sobre o facto do Tribunal Constitucional ter voltado a chumbar, pela terceira vez, a lei da eutanásia por considerá-la "inconstitucional", Marcelo considerou que "tem havido um diálogo institucional muito rico nos últimos cinco anos" mas que, "quando o diploma seguir para a Assembleia esta é soberana para decidir".
"Se o Tribunal Constitucional entende que determinados fundamentos apresentados pelo Presidente não têm cabimento, o Presidente aceita. Mas, neste caso deu razão", disse Marcelo, acrescentando, no entanto, que "temos que respeitar os juízes do Parlamento".
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