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Maridos e mulheres que fazem compras às escondidas

Cortam etiquetas da roupa, escondem sacos no carro e mentem nos preços. Estratégias para evitar a forretice ou para diminuir os remorsos?

Aconteceu há poucos dias com umas botas, mas o esquema é antigo. Margarida (nome fictício), 41 anos, entrou no centro comercial, passou os olhos pela montra de uma sapataria e fixou-se num dos modelos. Não que precisasse dele, mas as botas tinham o tom certo de castanho. Sugeriu ao marido irem beber alguma coisa e levantou-se para ir à casa de banho. Voltou atrás, entrou na loja, fez a compra, deitou o saco fora e enfiou na mala as botas de cento e poucos euros. A seguir, voltou ao café como se nada tivesse acontecido. "Dá sempre jeito ter uma mala grande", comenta.

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