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Ao Jornal de Notícias uma médica do INEM alertou que ainda há pessoas a usar braseiros sem ventilar as casas.
Desde 2021 que já foram registados 157 casos de intoxicação por monóxido de carbono, sendo que 34 pessoas correram risco de vida. Os dados constam na edição desta terça-feira do Jornal de Notícias que, ao citar o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) do INEM, refere que a maioria dos casos se deveu ao uso indevido de braseiros e lareiras, além de esquentadores e aquecedores a gás.
INEM e bombeiros em operação noturna nas Caldas da RainhaCarlos Barroso/Correio da Manh
"As pessoas continuam a usar as lareiras e não ventilam as casas", lamentou a médica Fátima Rato em declarações ao Jornal de Notícias.
Segundo o mesmo jornal, Lisboa foi o distrito mais afetado, em 2025, - quando foram registados 10 casos. Os distritos rurais foi onde houve menos caos.
O tema da intoxicação por monóxido de carbono voltou à agenda mediática depois de, durante o mau tempo, várias pessoas terem ficado hospitalizadas, principalmente em Leiria, por terem recorrido ao uso de geradores. Em Monte Gordo, por exemplo, uma intoxicação por monóxido de carbono acabou por provocar um morto e dois feridos graves, segundo o Correio da Manhã. Já em janeiro, foi um casal que morreu nas Caldas da Rainha. A estes casos somaram-se tantos outros.
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