Sábado – Pense por si

Como a inteligência artificial vê uma viagem natural

Viajo, como tanta gente, por ser curioso. Gosto das diferenças do mundo e, sempre que possível, de as entender.

Numa conversa recente sobre motivações de viagens, divagou-se acerca do que leva tantos a voar tantas horas até lugares longínquos como México, Zanzibar ou Filipinas para, lá chegados, ficarem encafuados num assético resort - daqueles que também existem no Algarve -, reféns de uma pulseirinha laranja, ou verde-alface, a mergulhar em piscinas a tresandar a cloro, e o mar ali tão perto. O contacto com a cultura local e quase sempre apenas folclórica e com a gastronomia autóctone, quase nada.

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