Barron Trump estava a falar com a mulher pelo FaceTime e ligou para os serviços de emergência.
Barron Trump, o filho mais novo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá salvado a vida de uma mulher com quem se relacionava à distância, pelas redes sociais.
Donald Trump e o filho mais novo, Barron TrumpAP
Trump, de 19 anos, telefonou para os serviços de emergência do Reino Unido depois de numa chamada pelo FaceTime ver a mulher ser agredida, a 17 de janeiro do ano passado. A jovem declarou em tribunal que a chamada salvou-lhe a vida.
A história veio a lume no julgamento de Matvei Rumiantsev, um russo de 22 anos, que mora no leste de Londres e que está a ser acusado de violar, estrangular e agredir a jovem, com que manteria um relacionamento próximo.
No julgamento, Rumiantsev disse que a mulher já lhe tinha mostrado mensagens de Barron Trump e que acreditava que ela estaria a "iludir" o filho de Trump.
Admitiu que estava com ciúmes, mas negou ter atendido a chamada de vídeo pelo FaceTime na noite do suposto ataque para demonstrar seu "domínio sobre ela". Recusou liminarmente as acusações de violação, garantindo que teve duas vezes relações sexuais, sempre consensuais, com a jovem naquele dia.
O tribunal foi informado de que o jovem Trump disse à Polícia Metropolitana num e-mail que era "muito próximo" da alegada vítima. Ao operador do serviço de emergência referiu que "se tinham conhecido nas redes sociais".
Segundo informações apresentadas ao tribunal, a mulher tinha viajado para os Estados Unidos três vezes nos últimos anos para visitar familiares.
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