Estados Unidos dizem que 55 navios atravessaram este sábado o estreito de Ormuz
Um volume cinco vezes superior à média dos primeiros dez dias de junho e sem precedentes desde meados de abril.
Um volume cinco vezes superior à média dos primeiros dez dias de junho e sem precedentes desde meados de abril.
O Exército israelita anunciou hoje a morte de quatro dos seus soldados, mortos em operações no sul do Líbano.
JD Vance disse que planeia participar no processo negocial, a decorrer na Suíça, levantando a hipótese de viajar já no próximo fim de semana.
As legislativas estão agendadas para o próximo mês de outubro e Netanyahu procura garantir um quarto mandato consecutivo.
"O acordo de Donald Trump não nos vincula (...), não somos parte deste acordo. Não garante a nossa segurança", declarou Itamar Ben-Gvir através das redes sociais.
Trump pediu a Netanyahu que não respondesse ao ataque com mísseis iranianos na noite de domingo, mas Israel decidiu retaliar na mesma e só informou Washington à última hora.
Teerão anunciou em contrapartida ter atacado duas importantes bases aéreas israelitas.
Com mensagens no Telegram e Snapchat ativou os "soldados das sombras" e "todas as célusas silenciosas". Seguiram-e ataques a sinagogas, escolas e até quatro ambulâncias foram incendidas em Londres. Foi detido na Turquia e está a agora nos Estados Unidos.
Simultaneamente, houve relatos de bombardeamentos de artilharia contra a cidade de Deir Amas, também na região de Tiro.
O soldado sérvio ficou gravemente ferido durante o incidente na sua área de atuação e foi transferido para Beirute para tratamento hospitalar, onde faleceu.
Acordo visa "cessação completa" dos ataques por parte do Hezbollah e a criação de uma zona de segurança controlada pelas Forças Armadas Libanesas.
Apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.
O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou para já comentar o anúncio desta trégua.
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
A mais recente proposta iraniana, transmitida a Washington por mediadores paquistaneses que procuram um "fim permanente" para o conflito, destaca a exigência de incluir o Líbano no cessar-fogo.
Os Estados Unidos, que mantêm uma influência significativa na política iraquiana, têm vindo a pressionar Bagdade há meses para desarmar as milícias pró-Irão, que classificaram como organizações terroristas.