Maio, maduro Maio
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.
A moção foi aprovada com 92 votos a favor e 78 contra, o que preservou a sua liderança.
Ventura reiterou que o Chega "está contra esta lei laboral tal como ela está", mas "está aberto e disponível para uma negociação" e para que esta reforma seja aprovada no parlamento nas "próximas semanas ou meses".
Destas mulheres, uma em cada cinco ganhava o salário mínimo nacional, conclui um estudo elaborado pela CGTP.
Objetivo é acabar com estigma que existe contra os profissionais do mundo do sexo.
O liberalismo, como modo de vida, nunca criou raízes profundas nesta terra bruta. O português médio sempre preferiu os confortos da unanimidade — e, quando necessário, da inquisição. É isso que explica que, seis anos depois, o dr. Ventura continue a não ser pensável.
Ex-líder do Bloco de Esquerda foi contratada para "funcionária" do partido na mesma altura dos despedimentos das trabalhadoras a amamentar
Ex-trabalhadoras descrevem um ambiente de controlo, intimidação e abuso, num caso exposto por uma investigação jornalística de vários anos.
Eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro. Ventura disse esperar o voto de António Filipe na segunda volta.
A lógica da televisão, de facto, não é o seu forte. Se fosse, a escritora Isabela Figueiredo saberia que O Preço Certo é uma âncora inestimável para prender as audiências e carreá-las até ao Telejornal. Qualquer director de programas, em qualquer canal português, daria um dedo para ter tais queijos e enchidos.
Disse que o panorama não era unicamente nosso: viver no centro de Londres ou Paris é igualmente incomportável. Além disso, o desprezo pelas periferias era um insulto directo a milhões de portugueses que lá vivem.
Mais de 1,7 milhões de pessoas estão em situação de pobreza monetária em Portugal.
Mistério: sem uma justiça célere e um Estado desburocratizado, o alcance pode ser mais modesto do que se pensa. Mas o que não constitui mistério é repetir os erros do passado e esperar por resultados brilhantes.
O primeiro-ministro frisou que, se é preciso por todo o país garantir "as mesmas oportunidades que há em Lisboa e no Porto", também é preciso o contrário no caso da habitação.