O Ocidente não pode continuar a ignorar a ciência chinesa
A China deixou há muito de ser apenas a grande fábrica do mundo. É hoje uma potência científica e tecnológica de primeira linha.
A China deixou há muito de ser apenas a grande fábrica do mundo. É hoje uma potência científica e tecnológica de primeira linha.
Durante anos, as universidades venderam a ideia de que a formação em informática era quase uma apólice contra o desemprego e muitas famílias acreditaram nisso. Mas quando uma área cresce demasiado depressa, aquilo que antes distinguia passa a ser comum.
Os húngaros voltaram a gritar "os russos fora!", mas desta vez Orbán estava do lado dos perdedores. Magyar pode ser uma grande incógnita, mas, pelo menos, apresenta-se como alguém que quer travar a influência do Kremlin e voltar a uma relação saudável entre Budapeste e Bruxelas. Da tensão inusitada entre Vaticano e Casa Branca, o Papa Leão XIV venceu pela sabedoria serena e não se priva de proclamar: "Não tenho medo da Administração Trump". A defesa do "outro" e o respeito pelos mais fracos serão sempre o lado bom da Força.
Trump criou o problema e não sabe como sair dele. Desconversa, mente, insulta aliados, decreta mudança de regime em Teerão que, obviamente, não aconteceu. Enquanto isso, está lançada a crise energética e a pressão inflacionista. O Presidente dos EUA é uma desgraça. E está cada vez mais difícil encontrar eufemismos para disfarçar esta evidência. Por muito que haja quem não se importe de continuar a cair no ridículo
Christine Lagarde não está muito otimista em relação aos mercados da energia. E alerta que os danos causados pela guerra podem durar anos.
A pressão para acelerar é enorme. A inteligência artificial tornou-se um campo central da competição geopolítica entre grandes potências, em particular entre os Estados Unidos e a China. Nenhum país quer ficar para trás.
Com ganhos territoriais mínimos e um sacrifício humano colossal, Putin vive o dilema de todos os tiranos: sabe que tem de parar e sabe que não pode parar. Que fazer?
Os adultos de hoje não querem que os filhos andem lá fora, na tarefa arriscada de serem crianças. Também não querem que andem cá dentro, na Internet – o que implicaria vigilância
Um dos melhores ciclos económicos na nossa democracia convive com a ascensão da direita radical populista. Parece um contrassenso, mas não é.
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
As apps de encontros estão a perder utilizadores. A nova geração procura relacionamentos em festas, bares e outros encontros presenciais, como acontecia antes da Internet.
O primeiro-ministro defendeu que Portugal vive um momento de viragem em que tem de trocar a "mentalidade do deixa andar" pela da superação.
Luís Montenegro deixou ainda uma palavra especial "aos que se encontram sozinhos ou que vivem momentos de maior fragilidade".
As brincadeiras fazem-se com elfos que ganham vida no Natal e peluches conversadores. Nos TPCs, o algoritmo também ajuda. Histórias de quem adere, com muita cautela. Especialistas alertam para os riscos de dependência de feedback imediato.
Presidente ucraniano admitiu um sufrágio nos “próximos 60 a 90 dias", mas o politólogo José Filipe Pinto considera o prazo demasiado ambicioso.
São cada vez mais escassas as expectativas de progressão profissional com aumento de rendimentos e melhores condições de trabalho nas presentes condições do mercado laboral.