Sábado – Pense por si

José Maria Ricciardi
Fernando Esteves

O que escondiam as 71 atas secretas de Ricciardi

Não era suposto que qualquer dos membros do Conselho Superior revelasse as reuniões ou sequer a existência do órgão. Percebe-se porquê: nas atas de 2006, já admitiam que estavam à beira da falência técnica; e nas de 2012 relatam a reunião em que Pedro Queiroz Pereira os enfrentou.

José Sócrates
Diogo Barreto

Sócrates apanhado na rede do Monte Branco

O ex-primeiro-ministro está sob vigilância há largos meses. O Ministério Público pondera detê-lo para interrogatório e constitui-lo arguido. Outros suspeitos são o primo que apareceuno caso Freeport e o amigo que comprouas casas da mãe de José Sócrates.

O trabalho de Rosário Teixeira, no DCIAP, foi criticado pelos inspetores do Ministério Público que fizeram a auditoria
Carlos Rodrigues Lima

Monte Branco: já houve mais de 120 telefones sob escuta

O processo é o mais antigo do DCIAP, arrastando-se há 15 anos, havendo mesmo dois arguidos que já morreram, entre eles o principal suspeito. Uma auditoria revela que a investigação espera que algo aconteça.

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

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