Miguel Albuquerque diz que autonomias são um "grande negócio" para o Estado português
Discurso proferido no encerramento do XX Congresso Regional, que serviu para confirmar a sua liderança do PSD/Madeira.
Discurso proferido no encerramento do XX Congresso Regional, que serviu para confirmar a sua liderança do PSD/Madeira.
O líder do PSD nacional fez um paralelismo das regionais com as legislativas, lembrando que também na Madeira o Chega e ao PS fizeram cair o governo provocando eleições antecipadas.
Os madeirenses votam dia 23 e o mais complicado vem a seguir. Restam cenários, arranjos e arranjinhos, com – ou quase sempre sem – Miguel Albuquerque. Ali, o “não é não” é para ele. Até no PSD já se fala de um plano B. Os planos para o day after.
"Temos um político a lutar pela sua sobrevivência, temos um político a lutar pelo poder político", afirmou a coordenadora do Bloco de Esquerda.
Marcelo Rebelo de Sousa está a ouvir os partidos com representação no parlamento regional na sequência da aprovação de uma moção de censura ao executivo minoritário do PSD.
Primeiro-ministro, que não participa na reunião magna do PSD/Madeira porque tem viagem a Cabo Verde, considerou que os recém-eleitos do PSD madeirense têm, nos próximos dois anos, um "trabalho político" que "vai ser intenso".
Há neste momento uma enorme pressão, na verdade uma chantagem, para que o PS permita a governação minoritária do PSD, sob pena de aparecer como sendo o aliado do Chega.
A afirmação de Bolieiro de que tenciona governar com maioria relativa deslocou o ónus da estabilidade para o Chega e para o PS. Será que estes dois, afinal, ainda vão descobrir que se amam apaixonadamente?
Como acontecia há quase cem anos, também temos três potências autoritárias e revisionistas, unidas pelo ressentimento antiocidental, e que se ajudam ideológica e militarmente para forjarem uma nova ordem mundial.
Na Madeira, PSD e CDS concorreram coligados. Entraram três, o centrista é o quinto. Está longe de São Bento mas, se Albuquerque quiser, o CDS ainda pode mesmo ter um deputado na AR. E já houve quem o sugerisse.
Líder do Chega garantiu "total sintonia" com o deputado do partido na região, José Pacheco.
"A prioridade é derrotar o colaboracionismo comunistas-socialistas que sonha transformar Portugal numa Venezuela da Europa", considera o ex-presidente do Governo Regional da Madeira.
Presidente do Governo da Madeira disse "sabem onde estou" a Costa e baralhou as contas do Orçamento do Estado. Mas mesmo que os três deputados do PSD-Madeira optem pela abstenção, o Governo fica a 4 votos a favor (ou 7 abstenções) de aprovar o documento.
Em 2017, elogiava Fernando Medina com entusiasmo, por ouvir as pessoas. Agora só tem críticas para o presidente da câmara. Incoerência? Garante que não. Medina falava, mas não concretizava. Enganou-o.
Rui Rio pode superar a fasquia que se impôs. Mas isso não tornará a noite de 26 de setembro mais fácil: há derrotas certas, grandes incógnitas e poucas perspetivas de conquistar câmaras simbólicas.
Para o antigo governante madeirense e ex-presidente do PSD/Madeira, "erradamente, tem-se abandonado à extrema-direita o monopólio da contestação do sistema, apesar de já no Congresso Nacional de Viana do Castelo se perceber que Costa, 'bonzo' dos 'interesses' situacionistas e de apetite hidrófito pelo poder, nada mudaria.