Sábado – Pense por si

Bons costumes

Genocídio: Hamas, Israel e outros

O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.

Façam de conta que somos moçambicanos

Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.

D. João II, o maquiavélico

D. João II foi o rei que abriu a porta para as grandes descobertas e conquistas, casos da Índia e do Brasil, e cujos louros o seu sucessor, D. Manuel I, iria recolher. E ainda: quando pais e filhos sofrem de hiperatividade e défice de atenção: reportagem nas obras do teatro S. Carlos.

Susana Lúcio

Um rei só e sob constante ameaça

D. João II exigiu obediência aos nobres e centralizou o poder na Coroa. Sem irmãos que o apoias sem, enfrentou duas conspirações e ele próprio executou um dos traidores

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D. João II
Susana Lúcio

D. João II, o rei que abriu caminho para a Índia e para o Brasil

Foi aclamado duas vezes e por duas vezes defendeu o trono de conspirações contra a sua vida – numa delas, ele próprio executou o traidor, com um punhal. Planeou a exploração marítima e defendeu os interesses de Portugal frente a Castela. A vida pessoal foi trágica: o único herdeiro legítimo morreu aos 16 anos.

Ajuizando

Vidas que se decidem nos tribunais

Para quem vive o processo, estes litígios raramente resultam de estratégia. Resultam de necessidade. Pessoas que trabalharam uma vida inteira e não compreendem porque a contagem final dos seus esforços não corresponde à realidade.

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