Um ano depois, o bairro do Talude voltou
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
"Não somos os Vizinhos, somos os Pôr do Sol", brincam estes quatro alentejanos que puseram o País a cantar por tudo o que é maior do que Lisboa. Nem as crónicas de Henrique Raposo os abalam.
No armazém solidário 'Reerguer Leiria', funcionários e moradores confirmam que material de construção doado para reconstruir as casas destruídas pela tempestade Kristin terá sido desviado para pessoas que não precisavam. Mais de dois meses depois da tragédia, o Repórter Sábado encontrou um cenário de caos: Há famílias desesperadas à espera dos apoios que não chegam e milhões de pinheiros ainda caídos, que são um autêntico barril de pólvora com o verão aí à porta.
No armazém solidário 'Reerguer Leiria', funcionários e moradores confirmam que material de construção doado para reconstruir as casas destruídas pela tempestade Kristin terá sido desviado para pessoas que não precisavam. Mais de dois meses depois da tragédia, o Repórter Sábado encontrou um cenário de caos: Há famílias desesperadas à espera dos apoios que não chegam e milhões de pinheiros ainda caídos, que são um autêntico barril de pólvora com o verão aí à porta. É a continuação da investigação do Repórter Sábado para ver esta noite, às 21h40, no canal NOW.
As imagens substituirão a realidade. Não serão necessários acontecimentos. Em vez da História humana, teremos a História da Imagem.
O engenho era composto por um bidão de cinco litros de líquido, provavelmente hidrocarboneto, uma carga de 650 gramas de pólvora explosiva e um sistema de ignição.
A fazer uma pausa sabática, em nome da saúde mental, admite que a família sofreu com a carreira dele. Aborda a infância, os tempos de defesa-central e conta histórias que viveu da Grécia a Inglaterra e os convívios com os melhores treinadores, casos de Klopp, Guardiola ou Mourinho.
Sobrevoos sobre infraestruturas sensíveis têm-se multiplicado nas últimas semanas em França e noutros países europeus.
Durante cem anos, aventureiros e capitalistas enriqueceram no tráfico de escravos. Ulrich, Bravo, Van Zeller ou o conde de Ferreira: as histórias dos últimos negreiros portugueses.
Retrato de uma Atlantic City dos anos 1920, a série da HBO Max, com assinatura de Martin Scorsese, centra-se nas relações de poder no submundo norte-americano.
Filipa Pinto quer uma intervenção para fazer face a linguagem imprópria no parlamento.
Imaginemos que Zelensky, entre a espada e a parede, aceitava ceder os territórios a troco de uma ilusão de segurança. Alguém acredita que a Rússia, depois de recompor o seu exército, ficaria saciada com a parcela da Ucrânia que lhe foi servida de bandeja?
Houve um aumento significativo de vegetação este ano. Não foi tratada, cresceu e secou (como pólvora). A culpa dos incêndios é complexa e devia gerar "consenso nacional", considera Xavier Viegas, diretor do Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais.
Um idoso de 68 anos foi atacado violentamente por um grupo de jovens migrantes. Confrontos estalaram em Torre Pacheco e autoridades não conseguem evitar os conflitos.
Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.