Indiscretos: mais uma saída de uma adjunta num gabinete em brasa
E ainda o turboadjunto do secretário de Estado, os €67.900 que o Governo gastou numa formação de liderança e a nomeação de um assessor "fantasma"
E ainda o turboadjunto do secretário de Estado, os €67.900 que o Governo gastou numa formação de liderança e a nomeação de um assessor "fantasma"
Antigo Presidente da Assembleia da República, o sociólogo e salgueirista Augusto Santos Silva tem acompanhado de perto os temas que marcaram o caminho rumo ao Mundial de Futebol. Dentro e fora de campo.
O ministério que tritura ministros encontrou, finalmente, alguém que conhece a casa por dentro. Os primeiros meses de Luís Neves no MAI confirmam o instinto certo de Montenegro e devolvem ao cargo a competência técnica que vinha em falta.
A Lusa nas mãos de um Governo com queda para ocultação e propaganda é uma má notícia.
Consultor foi eleito vereador em Cascais e teve de entregar declaração de rendimentos e património. Nos Indiscrestos desta semana, tempo ainda para as promoções de uma adjunta do ministro da Educação
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Sublinham que André Ventura não os representa.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
"Em 10 anos, colocamos o tomate coração de boi e os produtos tradicionais na ordem do dia", afirma Celeste Pereira, da empresa organizadora Greengrape.
"Não posso vir aqui especular sobre as razões da demissão, (...) deixo isso para quem tenha mais condições" para responder sobre o tema, disse.
Os partidos vão custar-nos mais de 26 milhões por ano. O que recebemos em troca desta pequena fortuna?
Gabinetes trabalham como se nunca tivesse existido uma eleição. A indicação é para continuar com pequenas alterações. Montenegro quer governar a sós e negociar caso a caso. Mais um ano é garantido. Mas o cenário mudou e Ventura também terá uma palavra a dizer no “não é não” do primeiro-ministro.
Apesar da crítica, Miguel Poiares Maduro reconhece que a AD está bem posicionada para vencer as eleições legislativas marcadas para 18 de maio.
Uma questão pessoal fez cair o Executivo e o PSD ficou em silêncio. Não, o partido não pensa em uníssono, mas está incapaz de gerar uma alternativa. Há cargos públicos para proteger e Montenegro tem os sociais-democratas no bolso. Vive-se um clima de paz podre, mas muitos criticam-no em voz baixa: “Às tantas estamos todos a defender o indefensável".
Uma das questões principais que Bruxelas tem de debater prende-se com o seu posicionamento internacional: vai a União permanecer aberta ao mundo ou vai cavalgar as tendências protecionistas atuais no mundo ocidental e fechar-se sobre si mesma?