JD Vance chega à Suíça para início das negociações de paz no Irão
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Os países têm agora 60 dias para aprofundar os pontos e alcançarem um cessar-fogo definitivo.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou, esta terça-feira, que o Irão nunca terá acesso a armas nucleares. Trump falou aos jornalistas à margem da cimeira do G7, após o acordo preliminar entre Washington e Teerão para pôr fim à guerra.
O acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão será assinado na Suíça na sexta-feiro. Seguem-se mais sessenta dias de negociações para o memorando final.
Acordo de paz deverá incluir um compromisso do lado iraniano em não obter armas nucleares e em reabrir o Estreito de Ormuz.
O Ministério da Segurança alertou a população para agências estrangeiras de espionagem que andam monitorizar as águas do país com recurso a animais “espiões” equipados com sensores. A SÁBADO foi tentar entender.
Nas últimas horas, ambos os lados indicaram que um acordo para pôr fim à guerra no Médio Oriente estava iminente.
“Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]”, disse o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai.
Esta é, desde já, a consequência mais assustadora da guerra na Ucrânia: sem armas nucleares é impossível garantir soberania plena da capacidade de dissuasão.
O bloqueio da passagem de navios de e para portos iranianos continua em vigor, apesar de Trump ter decidido na quinta-feira suspender os ataques à República Islâmica.
Trump anunciou um acordo para pôr fim à guerra, sugerindo a assinatura durante o próximo fim de semana.
Reportagem na Ucrânia: os ucranianos pretendem matar 50 mil soldados russos por mês. Para isso, confiam em robôs de combate e em novos drones operados através de IA. Moscovo responde com força bruta: enxames de drones assassinos e mísseis balísticos atingem Kiev. A guerra está num ponto de viragem.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
A última visita do líder chinês a Pyongyang ocorreu em junho de 2019.
Presidente norte-americano disse ainda que o aiatola está envolvido nas negociações.