Primeiro-ministro britânico anuncia proibição do acesso de menores de 16 anos a redes sociais
"As redes sociais estão a tornar as crianças infelizes", avisa Keir Starmer.
"As redes sociais estão a tornar as crianças infelizes", avisa Keir Starmer.
De acordo com um projeto de lei apresentado na quarta-feira pelo ministro canadiano da Cultura.
Se for aprovada, a medida fará com que o Canadá se junte a uma lista crescente de países que endureceram as restrições ao acesso das crianças às redes sociais.
O Governo britânico tem estado sob pressão para restringir o acesso dos menores de 16 anos às redes sociais, nomeadamente mediante alterações a legislação propostas pela Câmara dos Lordes.
Em Portugal, o parlamento aprovou em fevereiro de 2026 um projeto de lei que restringe o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, sendo que a nova regulamentação exige consentimento parental expresso para jovens entre 13 e 16 anos e proíbe o uso antes dos 13 anos para proteger de riscos digitais e conteúdos viciantes.
Os factos ocorreram entre 16 de janeiro de 2021 e 3 de março de 2022 e em janeiro e fevereiro de 2023, sendo o arguido da região de Lisboa.
A regulamentação digital da Indonésia afeta cerca de 70 milhões de menores e oito plataformas: TikTok, Facebook, Instagram, Threads, X, Bigo Live, Roblox e YouTube.
A medida foi anunciada no Tik Tok pelo primeiro-ministro e entrará em vigor no primeiro dia de 2027.
A Austrália tornou-se o primeiro país a proibir as redes sociais para crianças e existem "sérias preocupações" quanto ao facto de plataformas como o Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok e YouTube estarem a infringir a proibição.
A medida afeta oito plataformas: YouTube, TikTok, Facebook, Instagram, Threads, X, Bigo Live e Roblox.
Vários países da União Europeia, como Portugal, França, Espanha e Dinamarca, já anunciaram sua intenção de estabelecer limites ao acesso a redes sociais e plataformas digitais.
O humorista, que estreou a nova temporada do 5 para a Meia Noite, acha que a guerra com o Irão vai durar tanto como a da Ucrânia, só que agora os “brinquedos” são mais potentes.
País pretendia seguir o modelo da Austrália, mas a medida acabou por ser chumbada no parlamento.
O novo projeto de lei vai aumentar a “idade mínima digital para o acesso autónomo a plataformas”.
Os adultos de hoje não querem que os filhos andem lá fora, na tarefa arriscada de serem crianças. Também não querem que andem cá dentro, na Internet – o que implicaria vigilância