A corrida louca aos cromos do Mundial
Há lojas que recebem mais de 100 telefonemas por dia, colecionadores que vão de Coimbra ao Porto comprar saquetas, vendas na Vinted e uma nova app - portuguesa - para organizar a caderneta.
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Francisco Louçã disse ter "um enorme apreço" por aquilo que Mariana Mortágua fez na liderança do partido.
Ultrapassagens e desistências sucedem-se. Já são muitos a correr (acha que sabe quantos?) e já houve uso de purpurinas e invocação de cordas (para enforcar). Veja se está a par do estado da arte.
"Mas eu não posso usar a mesma cor dos pés à cabeça, sinto-me automaticamente um M&M", disse ela.
Em 2003, quando substituiu Francisco Louçã na AR, a candidata do ADN lutou pelos direitos dos reclusos (que hoje reprime), combateu as alterações climáticas (que hoje chama de "fraude") e defendia a imigração (que hoje quer deportar).
António Torres é o responsável por uma bomba de combustível que possui um gerador e, por isso, consegue funcionar normalmente.
A União Europeia foi um dos pontos de divergência entre os líderes do Bloco de Esquerda e do Livre, num debate transmitido pela SIC Notícias que decorreu num tom cordial e terminou com o salientar de vários pontos em comum,
Francisco Louçã não faz a coisa por menos: regressa às listas de deputados porque, nas suas palavras, há um “fascista” na Casa Branca. E que tenciona fazer o pequeno Louçã para o desalojar da Sala Oval?
O que é que a recente tendência de chocolate inflacionado pode dizer-nos sobre o tempo em que vivemos? Francisco Louçã e Kiko is Hot tentaram explicar
Segundo uma notícia divulgada pelo Expresso na quinta-feira, os nomes de três fundadores do BE - Francisco Louçã, Fernando Rosas e Luís Fazenda - estão a ser pensados para encabeçar listas nas legislativas de maio.
Estreia literária de Maud Ventura, O Meu Marido é um thriller romântico: uma mulher de 40 anos, casada há 13, é tão apaixonada pelo marido que parece louca. Será?
Quarto filme da "saga", regresso de Renée Zellweger como Bridget, viuvez e novos amores: já vimos "Louca por Ele", um bom "feel good movie" (nos cinemas 5.ª).
O gabinete da ministra cita sempre uma "alergia" a banana, mas a governante assume que se trata de uma fobia, a "fobia mais louca do mundo".
Com a atriz e Katy O’Brian nos principais papéis, este é um filme sobre uma história de amor louca, que mistura morte e culturismo, pobreza e violência doméstica. Chega esta 5.ª aos cinemas.
Entre uma adaptação louca de "Mulherzinhas", um texto inédito de Gonçalo M. Tavares sobre a velhice e a morte e uma performance multidisciplinar, há muito para ver nos palcos nacionais por estes dias.