Jornalista norte-americano declara-se culpado de atuar como agente ilegal da China
Vai ser sentenciado a 1 de setembro num tribunal distrital dos EUA e enfrenta uma pena máxima de 10 anos de prisão.
Vai ser sentenciado a 1 de setembro num tribunal distrital dos EUA e enfrenta uma pena máxima de 10 anos de prisão.
Uma fonte do Departamento de Estado descreveu que a reunião foi “amigável e construtiva”.
O deputado defendeu que "todos os donativos, inclusive e especialmente aqueles que têm valor mais elevado, devem ter uma divulgação nominativa e devem ser conhecidos nos seus vários elementos por uma questão de transparência".
Numa audiência no Vaticano com membros do Partido Popular Europeu.
A associação colocou, em comunicado, a liberdade religiosa "acima de todas as outras liberdades pessoais", incluindo o direito à greve.
Israel estava, e ainda está, em guerra, o inimigo iraniano não tem pontaria. Os mísseis caem ali e acolá, sem localização e aviso prévio os restos dos aiatolás não fazem como as IDF que avisam a população para se deslocarem da zona onde estão porque será bombardeada. Modernices já antigas que poupam vidas.
Alguns dissidentes levantam a cortina: abusos sexuais, maus-tratos e ostracismo fazem parte do rol de queixas. Samuel Ferrando participa no documentário da HBO e conta mais à SÁBADO.
O ministério de Paulo Rangel exortou ainda as autoridades israelitas a "garantirem e praticarem a liberdade de religião e de culto".
Patriarcado garantiu ter cumprido sempre com todas as "restrições impostas", mas afirmou que esta decisão é "manifestamente irracional". Vários países, incluindo Portugal, entretanto já condenaram a ação de Israel.
Os Estados Unidos designaram recentemente a Nigéria como “país de particular preocupação” ao abrigo da Lei da Liberdade Religiosa Internacional.
Associação de juristas lança directrizes para as famílias que suspeitam de doutrinação ideológica junto dos filhos.
Nas redes sociais, o Presidente norte-americano prometeu ação militar para proteger cristãos – e abriu uma guerra diplomática na região.
Juristas, ativistas e feministas condenam a lei por violar os direitos constitucionais de liberdade de religião. Muçulmanos garantem que não é obrigatório e o seu uso não é comum em Portugal.
A proibição de usar burca nos espaços públicos, anunciada com uma defesa dos direitos das mulheres, é um instrumento de adicional opressão destas mulheres.
A associação diz que o projeto do Chega fere três artigos da Constituição.
Imã da Mesquita Central de Lisboa diz que o uso da burca não é obrigatório no Islão e o 'nikab' também não, pelo que não se coloca a questão dos direitos das mulheres nesta matéria.