O Ocidente não pode continuar a ignorar a ciência chinesa
A China deixou há muito de ser apenas a grande fábrica do mundo. É hoje uma potência científica e tecnológica de primeira linha.
A China deixou há muito de ser apenas a grande fábrica do mundo. É hoje uma potência científica e tecnológica de primeira linha.
O mundo mudou mais depressa do que muitas instituições de ensino superior quiseram admitir.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
Gostaria de desenvolver a ideia de que a vida poderia ser prolongada pelo pensamento. Isto é: quem pensasse bem, e muito, prolongaria a sua permanência neste belo solo povoado de tontos e tontices. Seria justo.
Durante anos, as universidades venderam a ideia de que a formação em informática era quase uma apólice contra o desemprego e muitas famílias acreditaram nisso. Mas quando uma área cresce demasiado depressa, aquilo que antes distinguia passa a ser comum.
Considerou Flávio Bolsonaro "um jovem inteligente".
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.
Esta terça-feira, os Estados Unidos propuseram a aplicação de tarifas de 25% sobre todas as mercadorias de origem brasileira, argumentando as políticas comerciais do Brasil prejudicam o comércio norte-americano.
A diferença nunca esteve nos princípios. Esteve apenas no clube. Pedro Sánchez foi tratado durante anos como o zénite moral da esquerda que ignorou a forma como ele vendeu os mais basilares princípios do unionismo espanhol para se manter no poder.
O arguido, que estava sujeito à medida de coação de obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica, foi acusado pelo Ministério Público de dois crimes de incêndio florestal agravado.
Muitos académicos passam anos a publicar, ensinar, orientar estudantes, participar em projetos e construir percursos científicos respeitáveis. Depois candidatam-se a concursos públicos e descobrem que o seu trabalho pode ser descartado não pelo mérito, mas por uma vírgula administrativa. É difícil imaginar maior desprezo pelo esforço académico.
Nos EUA, os dados são inequívocos: a confiança pública desabou de 57% em 2015 para 36% em 2024.
Cresceu num monte alentejano, vendeu pneus, foi professor de Biologia, investigador da PJ, autarca e autor de novelas, séries de televisão e de duas dezenas de livros. Acaba de lançar Sangue e Silêncio no Poço dos Negros, o seu segundo policial.
Os líderes norte-americano e chinês estão reunidos, até sexta-feira em Pequim numa tentativa de aproximar as duas maiores economias mundiais.
Em resposta a um recurso da editora da coleção "Astérix e Obélix".
A ação alega que a empresa obteve benefícios financeiros ao dar a impressão de que a cantora apoiava o produto, apesar de ser uma artista “altamente seletiva” na escolha dos produtos que promove. Atualmente mantém parcerias com marcas como a Apple, Porsche e Bulgari.